terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Veja piscina intacta cercada por inundação e mais fotos curiosas

Lista reúne imagens inusitadas divulgadas pela Reuters.
Uma delas mostra chinesa carregando máquina de lavar nas costas.

A agênicia Reuters divulgou algumas fotos curiosas que foram destaques em 2013. Em 30 de julho, uma chinesa foi fotografada carregando uma máquina de lavar roupa nas costas. Em outra de 10 de junho, uma piscina foi vista intacta em meio a um jardim tomado pela água do rio Elba, naAlemanha. Abaixo, o G1 lista essas e outras fotos.
30 de julho - mulher foi fotografada carregando uma máquina de lavar roupa nas costas em Dali, na província de Yunnan, na China (Foto: Stringer/Reuters)

10 de junho - Piscina foi vista intacta em meio a um jardim tomado pela água do rio Elba perto de Magdeburg, na Alemanha (Foto: Thomas Peter/Reuters)

3 de outubro - Um cão imitou a arte e foi flagrado urinando em um grafite do artista Banksy em Nova York, nos EUA, que mostra um cachorro urinando em um hidrante (Foto: Mike Segar/Reuters)

23 de julho -  Operários chineses se arriscaram e foram flagrados tirando uma soneca deitados em uma estrada em Chongqing, na China (Foto: Stringer/Reuters)

30 de março - Jovens sauditas se arriscaram ao fazer manobras com carros em duas rodas na cidade de Hail. A brincadeira perigosa é conhecida como 'esqui lateral' (em tradução livre), que consiste em trafegar o maior tempo possível com as duas rodas do veículo  (Foto: Mohamed Al Hwait/Reuters)

27 de abril - Veículo foi fotografado supercarregado ao deixar o Complexo Industrial de Kaesong, na Coreia do Norte (Foto: Lee Jae-won/Reuters)

25 de agosto - Homem corre em poste de madeira coberto de graxa durante uma festa na cidade de St. Julian, perto de Valletta, em Malta. No jogo que remonta à Idade Média, os participantes têm de arrancar uma das bandeiras na ponta do mastro para ganhar prêmios (Foto: Darrin Zammit Lupi/Reuters)

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Por que nós usamos anéis de casamento?

Descubra a origem e o simbolismo de uma das tradições mais difundidas na cultura ocidental
Por que nós usamos anéis de casamento?

Você já parou para se perguntar por que nós usamos anéis de casamento? Ou melhor, por que eles são usados no quarto dedo da mão esquerda?
Não se sabe ao certo quando essa tradição tão difundida na cultura ocidental começou. Alguns acreditam que os registros mais antigos da troca de alianças venham do Egito e tenham ocorrido há cerca de 4800 anos. Naquela época, diferentes tipos de junco – que cresciam junto com o conhecido papiro – eram torcidos e trançados para formar anéis e outros tipos de ornamentos usados pelas mulheres.
O círculo sempre foi o símbolo da eternidade, um elemento sem começo nem fim, valorizado pelos egípcios e por outras culturas. O espaço no centro do anel também tinha um significado e representava uma passagem para o conhecido e o desconhecido. Presentear uma mulher com um anel era uma prova de amor eterno e imortal.
Pouco tempo depois, a matéria-prima dos anéis foi substituída por materiais que ofereciam maior durabilidade, como couro, ossos e mármore. Quanto mais caro o anel, maior era o amor de quem oferecia a peça. O valor do artefato também representava a riqueza de quem presenteava.

Outras tradições

Em algum momento, a tradição de trocar anéis também chegou até os romanos. Mas havia uma pequena diferença – para eles, o anel não era um símbolo de amor, mas sim, de posse. As alianças de compromisso dos romanos eram feitas de ferro, simbolizavam força e permanência e eram chamadas de Anulus Pronubus. Acredita-se também que os romanos tenham sido os primeiros a gravar os anéis.
Mas foi somente a partir do ano de 860 que os cristãos passaram a utilizar os anéis nas cerimônias de casamento. Era comum que fossem peças rebuscadas, entalhadas com pombas, liras ou duas mãos ligadas. A Igreja Católica considerava esse tipo de anel como um item pagão, então por volta do século 13 as joias utilizadas para pedir em casamento e consolidar a união foram simplificadas e ganharam um ar mais espiritual.

Um anel, vários dedos

Os anéis de casamentos passaram por diferentes estágios ao longo da história e já foram usados em diferentes dedos, incluindo o dedão, em ambas as mãos. Mas existem algumas explicações que podem nos ajudar a entender porque hoje ele é mais comumente carregado no quarto dedo da mão esquerda.
De acordo com a tradição que vem dos romanos, o anel de casamento deveria ser usado no dedo anelar da mão esquerda porque ali passa uma veia que liga direto ao coração e era chamada por eles de Vena Amoris, ou “veia do amor”. Tempos depois, os cientistas descobriram que essa informação é falsa, mas essa continua sendo a explicação favorita dos românticos inveterados.
Uma outra teoria proveniente do cristianismo parece oferecer uma justificativa mais plausível para o fato do anel de casamento ter ido parar no quarto dedo da mão esquerda. A história conta que durante a cerimônia dos primeiros casamentos cristãos, o padre celebrava a união dizendo “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” enquanto tocava o dedão, o indicador e o dedo médio com o anel, respectivamente. E ao dizer “Amém”, o clérigo colocava o anel no quarto dedo para selar o matrimônio.
A última explicação é mais prática e se baseia na ideia de que o ouro, que é o metal tradicionalmente utilizado para confeccionar alianças de casamento, sofre menos desgaste na mão esquerda, já que grande parte das pessoas é destra. Além disso, tudo indica que o quarto dedo foi o escolhido justamente por ser um dos dedos menos utilizados. O dedinho, por sua vez, resultaria em um anel pequeno demais para ser gravado e decorado, então elegeu-se o próximo dedo menos usado e que tem um tamanho semelhante aos outros para carregar o anel.

O testemunho cristão de Paul Walker

Seu acidente e morte foi um dos assuntos mais comentados no final de semana
O testemunho cristão de Paul WalkerO ator Paul Walker, 40, ficou famoso mundialmente pelos filmes da franquia “Velozes e furiosos”. Ele morreu neste sábado (30), após o Porshe onde ele estava ter sofrido um acidente, o carro bateu em um poste e pegou fogo.
O assunto foi um dos mais comentados nas redes sociaisdurante o final de semana. Entre os muitos comentários, estavam trechos de uma entrevista que ele concedeu à revista GQ em agosto. Nela, ele conta que passava por uma fase de “reavaliação” da vida e pretendia mudar o ritmo depois dos 40 anos para dedicar mais tempo à sua filha Meadow, 16, que vivia com ele.
Walker também queria se envolver mais com sua própria fundação, a Reach Out Worldwide, criada em 2010 para ajudar pessoas afetadas por catástrofes naturais. O último evento da Reach Out foi nesta semana, arrecadando dinheiro para as vítimas do tufão Haiyan, nas Filipinas.
Também durante a conversa com a GQ ele contou que foi criado em uma família mórmon, mas frequentou uma escola de ensino médio protestante, o que lhe influenciou muito. Embora circule na internet uma declaração atribuída ao ator Stephen Baldwin que Walker teria aceitado Jesus antes de morrer, não há uma fonte confiável para atestar isso.
Por outro lado, o influente site Christian Post resgatou uma declaração da biografia oficial de Walker no IMDB: “Eu sou um cristão agora. As coisas que me deixaram louco enquanto eu crescia é como todo mundo fica procurando os erros das religiões diferentes da sua. As únicas pessoas que não entendo são os ateus. Eu pratico surfe e snowboard, estou sempre por perto da natureza. Olho para tudo isso e penso: ‘Quem pode acreditar que não existe um Deus? Tudo isso é um engano?’ Isso só me deixa chocado”.
Embora não forneça muitos detalhes sobre que igreja ele frequentava, o portal Christian Post afirma que ele era um “cristão não-denominacional” e que essa seria sua motivação para criar a Reach Out Worldwide.

O que aconteceria se todos os satélites deixassem de funcionar?

Televisão, celulares e internet seriam apenas alguns dos serviços que parariam repentinamente caso todos os satélites do mundo parassem.

O que aconteceria se todos os satélites deixassem de funcionar?

Muita gente gostaria de ficar por um período longe dos meios de comunicação, além de poder tirar férias daquele celular que não para de tocar. Quando tudo isso é planejado, a “desintoxicação” pode ser bastante produtiva. Mas e se essa “vida offline” acabasse sendo repentinamente forçada, com uma pane generalizada em todos os satélites de comunicação do mundo?
As ameaças são reais. Tempestades solares, colisão com lixo espacial e meteoros ou até mesmo um ataque cibernético poderiam tirar satélites de operação. E de acordo com a BBC Future, esse tipo de cenário cria imagens em nossas mentes que, a princípio, até parecem românticas: pessoas longe das telas, curtindo um dia ensolarado. Mas somos bem mais dependentes dos satélites que orbitam nosso planeta do que imaginamos.

Uma manhã sem satélites

De acordo com o artigo de Richard Hollingham, a manhã do primeiro dia sem satélites de comunicação seria tranquila. Aviões não cairiam e a infraestrutura das cidades, como iluminação e fornecimento de água, não seria prejudicada.
Algumas pessoas sentiriam falta da televisão, mas assumiriam que esse é um problema temporário. As emissoras de rádio não poderiam contar com correspondentes internacionais, mas ninguém entraria em pânico por causa disso. Porém, isso já causaria situações de riscos imediatos em outras áreas do planeta.
Em algum lugar dos Estados Unidos, por exemplo, um grupo de soldados poderia perder completamente a comunicação com um drone que estivesse sobrevoando uma área sob vigilância. A situação seria ainda pior se esse avião não tripulado estivesse armado com mísseis ou bombas.
Como se não bastasse, aeronaves e navios militares ficariam sem comunicação com seus comandantes e completamente vulneráveis a ataques. Os líderes mundiais sofreriam para se comunicar e tentar acalmar a situação.
O que aconteceria se todos os satélites deixassem de funcionar?
Muita gente gostaria de ficar por um período longe dos meios de comunicação, além de poder tirar férias daquele celular que não para de tocar. Quando tudo isso é planejado, a “desintoxicação” pode ser bastante produtiva. Mas e se essa “vida offline” acabasse sendo repentinamente forçada, com uma pane generalizada em todos os satélites de comunicação do mundo?
As ameaças são reais. Tempestades solares, colisão com lixo espacial e meteoros ou até mesmo um ataque cibernético poderiam tirar satélites de operação. E de acordo com a BBC Future, esse tipo de cenário cria imagens em nossas mentes que, a princípio, até parecem românticas: pessoas longe das telas, curtindo um dia ensolarado. Mas somos bem mais dependentes dos satélites que orbitam nosso planeta do que imaginamos.

Uma manhã sem satélites

De acordo com o artigo de Richard Hollingham, a manhã do primeiro dia sem satélites de comunicação seria tranquila. Aviões não cairiam e a infraestrutura das cidades, como iluminação e fornecimento de água, não seria prejudicada.
Algumas pessoas sentiriam falta da televisão, mas assumiriam que esse é um problema temporário. As emissoras de rádio não poderiam contar com correspondentes internacionais, mas ninguém entraria em pânico por causa disso. Porém, isso já causaria situações de riscos imediatos em outras áreas do planeta.
Em algum lugar dos Estados Unidos, por exemplo, um grupo de soldados poderia perder completamente a comunicação com um drone que estivesse sobrevoando uma área sob vigilância. A situação seria ainda pior se esse avião não tripulado estivesse armado com mísseis ou bombas.
Como se não bastasse, aeronaves e navios militares ficariam sem comunicação com seus comandantes e completamente vulneráveis a ataques. Os líderes mundiais sofreriam para se comunicar e tentar acalmar a situação.
Fonte da imagem: Reprodução/Aviantion News
Com o passar do tempo, milhares de pessoas se sentiriam isoladas do resto do mundo: trabalhadores que atuam em lugares remotos, cargueiros no meio do oceano, aviões comerciais que não conseguem se comunicar com as torres etc.

Sem GPS, o caos

Outra perda grande seria o Sistema de Posicionamento Global (GPS), que hoje auxilia empresas a entregar encomendas mais rapidamente, assim como ajuda equipes de emergência a chegar a qualquer viela escondida para salvar vidas.
E o GPS não serve apenas para isso. Ele também é peça fundamental para as operações que se baseiam em horários, como transações financeiras e até mesmo a comunicação por redes de computadores como a internet. Com uma confusão de horário entre as máquinas, toda a comunicação estaria prejudicada, incluindo serviços de backup ou na nuvem.

Tarde cheia de complicações

Mais para o fim da tarde, haveria os primeiros cortes de energia, visto que sem comunicação o serviço de energia elétrica não conseguiria equilibrar o fornecimento por igual, disponibilizando mais carga para as áreas com mais demanda, por exemplo. Cidades com fornecimento de água computadorizado também teriam problemas, e os engenheiros teriam que voltar a controlá-lo manualmente.
Semáforos ficariam constantemente no vermelho, tornando todo o trânsito e meios de transporte bastante lentos. Os celulares finalmente entrariam em colapso e as companhias aéreas seriam forçadas a cancelar suas atividades, para não colocar em risco a vida dos passageiros.
Outro serviço que ficaria indisponível é o de previsão do tempo, que afetaria até mesmo a agronomia e o transporte de alimentos.

A noite anunciaria o fim do caos?

Depois de perdermos comunicação, transporte, energia elétrica, sistemas de computadores e de o mundo paralisar transações financeiras e negócios, governos teriam que implementar medidas de emergência para manter a ordem pública.
Caso a ausência de satélites continuasse, a população teria que enfrentar novos desafios diariamente. Até mesmo o resgate de pessoas em desastres ficaria mais difícil, visto que não seria possível gerar imagens da região com tanta facilidade.
Mas é claro que todo o cenário descrito aqui só aconteceria se todos os satélites falhassem ao mesmo tempo, o que é muito improvável de acontecer. É mais esperado que falhas desse tipo afetem apenas parte dos equipamentos em órbita. Mas uma coisa é certa: estamos cada vez mais dependentes desse tipo de tecnologia, a ponto de o mundo mudar drasticamente sem ela.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Cuidado com as cabeças! Satélite vai cair na Terra, mas ninguém sabe onde

Fragmentos de equipamento europeu devem atingir alguma parte do planeta nos próximos dias

Cuidado com as cabeças! Satélite vai cair na Terra, mas ninguém sabe onde

De acordo com uma notícia publicada pelo The New York Times, um satélite de origem europeia, lançado em órbita em 2009 para realizar um mapeamento detalhado do campo gravitacional da Terra, deve cair em algum ponto do nosso planeta nos próximos dias. É esperado que o impacto ocorra entre domingo e segunda de manhã. Contudo, ninguém sabe dizer qual será o local exato.
Segundo a publicação, o equipamento pesa uma tonelada e, ao entrar na atmosfera, será destruído. Entretanto, estima-se que um número entre 25 e 45 fragmentos cheguem inteiros à superfície, e os de maiores dimensões podem chegar a pesar mais de 90 quilos. E não pense que é bom ficarmos alertas apenas dessa vez: só durante este ano, cerca de 100 toneladas de “entulho” espacial deve cair do céu, também com pontos de impacto incertos!

Cai, cai...

O satélite ficou sem combustível no mês passado e, desde então, vem caindo cerca de 4 quilômetros por dia. Até a última quarta-feira, o equipamento se encontrava a mais de 180 quilômetros de altitude e realizava uma volta ao redor do planeta a cada 88 minutos, com uma órbita cuja trajetória passa quase diretamente sobre os polos. Isso significa que, conforme a Terra gira, o satélite vai passando sobre quase todos os lugares do planeta.

Embora não existam casos registrados de pessoas que foram feridas por fragmentos desse tipo — e o risco de que os que cairão do céu nos próximos dias atinjam alguém seja muito pequeno —, a possibilidade de que isso ocorra não pode ser descartada. Os engenheiros acompanhando a queda do satélite poderão determinar uma área aproximada de impacto conforme o equipamento se aproxime da superfície, e só nos resta torcer para que não seja sobre as nossas cabeças.

Você sabia que é possível voar em Titã com asas acopladas nos braços?

Segundo engenheiro espacial, a façanha é possível graça à alta densidade da atmosfera do satélite que orbita Saturno

Você sabia que é possível voar em Titã com asas acopladas nos braços?

Na próxima vez que você for a Titã, uma das luas de Saturno, lembre-se de colocar suas asas na bagagem, afinal, você pode precisar delas para dar uma voltinha no satélite.
Pode até parecer absurdo, mas é exatamente isso que o engenheiro espacial Robert Zubrin revela no seu livro Entering Space: creating a Spacefaring Civilization, ainda sem tradução para o português. Segundo ele, “a atmosfera é tão densa e a gravidade tão baixa que os humanos poderiam voar através do bater de asas acopladas aos braços”.
Mas alcançar essa façanha não é tão simples quanto parece. Antes de sair voando ao redor do satélite, seria necessário vestir um traje espacial. Isso porque a atmosfera de Titã pode fazer mal para a saúde, como lembra o Sploid.
“A composição atmosférica na estratosfera é 98,4% nitrogênio – a única atmosfera densa e rica em nitrogênio no Sistema Solar além da Terra –, com o 1,6% restante composto majoritariamente por metano (1,4%) e hidrogênio (0,1 a 0,2%). Porque o metano condensa fora da atmosfera de Titã em grandes altitudes, sua abundância aumenta abaixo da tropopausa em uma altitude de 32 km, alcançando a marca de 4,9% entre 8 km de altitude e a superfície. Ainda existem traços de outros hidrocarbonetos, como etano, diacetileno, metilacetileno, acetileno e propano, e de outros gases, como cianoacetileno, cianeto de hidrogênio, dióxido de carbono,monóxido de carbono, cianogênio, argônio e hélio”.
Mesmo nessas condições, você arriscaria levantar voo em Titã? Compartilhe sua opinião conosco nos comentários.

Deu vontade de fazer xixi: você usaria o banheiro mais perigoso do mundo?

As Montanhas do Altai ficam na Rússia e abrigam alguns meteorologistas malucos que usam a casinha construída em 1939 para fazer suas necessidades

Deu vontade de fazer xixi: você usaria o banheiro mais perigoso do mundo?

Está calor, você acaba encontrando com alguns amigos e bebendo muita cerveja até o momento em que sente sua bexiga pedindo para que você vá ao banheiro e faça xixi. Você não está em casa, e essa simples tarefa parece não ser assim tão fácil, mas, se por acaso você estiver nas Montanhas do Altai, na Rússia, é melhor ficarfeliz se não encontrar banheiro algum e tiver que dar um jeito mais animal à situação.
O alerta é só porque em Altai há um banheiro na beira de um precipício, construído em 1939, para ser usado por funcionários da estação meteorológica de Kara-Tyurek.
O banheiro é considerado simplesmente o mais perigoso do mundo, afinal a localização no cume de uma montanha a 2,6 mil metros de altitude não é algo que qualquer pessoa enfrente com muita naturalidade – exceto pelo grupo que vive lá, trabalhando em quase completo isolamento. E aí, você encararia essa estrutura bizarra em uma situação de aperto?