A decisão coube à desembargadora
Conceição Mousnier, da 20ª Câmara Cível do Rio, que anulou a sentença
que condenava a editora, segundo a coluna de Ancelmo Gois, do jornal “O
Globo”.
O processo foi movido contra a Igreja
Universal depois que uma foto de Xuxa foi usada em seu jornal Folha
Universal associando a cantora um suposto pacto com Satanás. A
reportagem em questão tinha a manchete “Pacto com o mal?” e falava sobre
um vídeo postado no Youtube, em que o pastor Josué Yrion, que está
radicado nos Estados Unidos, afirmava que a apresentadora havia vendido a
alma para o Diabo para ter sucesso na carreira.
O julgamento do processo por danos
morais coube à juíza Flávia de Almeida Viveiros de Castro, da 6ª Vara
Cível da Barra da Tijuca. Segundo a magistrada, o texto publicado não
continha nenhuma informação, mas especulações, que por sua vez
prejudicavam a imagem da apresentadora global.
Os advogados de Xuxa ainda poderão recorrer.
Fonte: The Christian Post
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