
Álvaro Lins contou que se tornou um
religioso no período em que ficou preso em Bangu 8, Complexo de
Gericinó. E admitiu que na cadeia encontrou pessoas que ele mandou
prender injustamente. “Fiquei preso com pessoas que não precisavam estar
ali. Garotos de 18 anos que mandei prender porque tinham trouxinha de
maconha na caixinha de fósforo. Fui injusto e arrogante”, afirmou o
ex-deputado estadual.
No dia 13 de fevereiro, Lins esteve em
São João de Meriti, na igreja do pastor Marcos Pereira, conhecido por
converter traficantes, como convidado da noite de louvor. O encontro com
a vida espiritual, segundo o ex-deputado, estará no livro que será
lançado este ano, sob o título “280 dias”, referência ao período em que
esteve preso.
Ele promete contar os bastidores das
operações policiais e situações vidas durante seu tempo em Bangu 8, como
no dia em que sua mulher foi expulsa do ônibus que levava companheiras
de detentos até a portaria da prisão no dia de visita. “Descobriram que
ela era mulher de policial e a colocaram para caminhar dois quilômetros
com minha filha no colo”, relembrou Lins.
Ex-desafeto, o pastor Marcos, que chegou
a ser investigado pela equipe de Álvaro Lins, disse que ele fez até
hino para evangelizar.
Fonte: O Dia e SRZD
Assista a reportagem com a participação e declarações de Álvaro Lins na Assembleia de Deus dos Últimos Dias:
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